Scans da Revista Blind Magazine 15.05.13

Foi as bancas hoje a nova edição da revista Blind Magazine que traz um a entrevista com Lara  Fabian, além de uma seção bela de fotos. Confira os scans, as fotos e alguns trechos em resumo da entrevista.




    

                                     

Ausente das prateleiras francesas para atender um chamado de seu público nos países do leste, Lara Fabian está de retorno com um álbum original. O primeiro na língua de Moliere (em Francês) depois de 8 anos.

Blind: Você voltou com um novo álbum, reconciliada com sua imagem, mas não aparece na capa do mesmo, porque?
Lara: Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Era pertinente mostrar um sinal que simbolizasse a felicidade interior na capa e fazer outras coisas na divulgação depois.
Blind: O álbum se chama Le Secret e começa com uma canção homônima que trata do incesto. Como nasceu essa canção?
Lara: É a narração de uma experiencia pela qual uma em três mulheres passam. Essa canção nasceu quando eu entrei em contato com essa dor, com mulheres que foram submetidas à isso. Isso nunca me aconteceu graças a deus, mas aconteceu com pessoas que eu amo. O incesto é infelizmente um dos impactos da vida de um ser, seja homem ou mulher. E se tratando de impactos esse é um dos mais dolorosos que eu quis narrar da minha maneira.
Blind: Em 2007, você foi mãe de uma garotinha. O que na educação que você dá a ela, se parece com a que você recebeu?
Lara: Certamente o senso de proteção que proponho a Lou. No sentido de passar os valores que me compõem. Na minha vida, minha mãe foi fundamental nas bases da minha educação.
Blind: Nos países do leste acabaram de assistir ao lançamento do seu filme Mademoiselle Zhivago, de Alan Badoev. Que conta a história dos sofrimentos da alma através de oito histórias. Era necessário recheia-lo com tanta violência?
Lara: Esse foi meu grande conflito com o diretor. Essa era sua visão. Eu me lembro que no dia da conferencia de imprensa, ele disse essa frase louca: "Porque o homem deve ser feliz?". Eu me levantei e fui embora.
Blind: Essa foi a razão para que o lançamento do filme fosse atrasado?
Lara: Sim! Esse filme vai totalmente em desencontro ao que eu sou. Na história de "Mademoiselle Hyde" por exemplo há várias coisas que deveriam ser removidas. A cena do coração com a seringa, a explosão de sangue na banheira... Assim como vocês eu não compreendi em que isso era necessário. Eu tive um verdadeiro desencontro artístico com esse homem.
Blind: Você sempre esteve em desacordo com a edição final do filme?
Lara: Sim e eu gritei alto e forte. Eu não parei de tentar faze-lo tirar o fuzil do ombro durante três anos
Blind: Você não gravou isso com plena consciência disso?
Lara: Como você pode reparar eu nunca estou nas cenas mais violentas
Blind: Essas sequencias que você fala foram filmadas sem o seu conhecimento...
Lara: Totalmente! Quando eu vi que haviam mais três meses de filmagens paralelas as minhas, eu me sentei com ele e disse: "Você tá delirando, o que você fez?". E ele me respondeu que era a sua visão. E é claro que não era a minha.
Blind: Essa visão apocalíptica apresenta a morte da alma como uma libertação...
Lara: É o que ele diz! Segundo ele, quando sofre, a alma se torna melhor.
Blind: E o que faz a alma melhor segundo você?
Lara: Pra mim é a maneira como apreendemos a dor que nos faz melhor.
Blind: Essa divergencia de opiniões impediu a exibição do filme na França?
Lara: Absolutamente!
Blind: Segundo você, o que se torna a alma apos a morte?
Lara: Ela passa para um corpo posterior.
Blind: Você acredita na reencarnação?
Lara: Sim! Estou convencida! É minha visão pessoal e subjetiva das coisas
Blind: Qual é pra você o sentimento mais forte do se humano?
Lara: A necessidade de ser útil ao outro. De ajudar alguém. Uma das maiores alegrias que se manifesta em nos é quando sabemos que pertencemos à um grupo com o qual podemos contar.
Blind: Para muitos o sentimento mais forte é o medo...
Lara: Eu acredito que as sensações mais fortes não são negativas!
Blind: O que você faz para esquecer as coisas negativas?
Lara: Eu tenho um botão que apaga automaticamente, é impressionante. Se é muito negativo, cruel, inútil e não permite entrar nos espaços de uma solução, eu esqueço.
Blind: Então você não conhece o rancor?
Lara: Não, é uma sorte imensa!

  • Lara ainda falou das fotos nua para revista Gala: "Foi terno. Sensual sem ser vulgar. O resultado foi o reflexo do meu estado de alma hoje. Há dez anos eu não faria isso. Daqui a dez anos eu não poderei fazer." "Minha equipe estava lá para o cabelo e a maquiagem, mas na hora das fotos eu estava só com a fotógrafa." "A redação bateu recorde de vendas, meus fãs amaram e meu pai achou muito bonito", respondeu Lara.
  • Ela falou ainda do comediante Yann Barthes e suas críticas e brincadeiras sobre as fotos da revista : "É o trabalho dele. Isso me fez rir"

Fonte: Lara Fabian Romania/ Tradução: Jhon

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Autor Jonathan

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